Guerra Civil Espanhola

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Guerra Civil Espanhola 1

A disputa teve múltiplas facetas, que incluiu briga de classes, batalha de religião, enfrentamento de fins opostos, guerra entre a ditadura militar e a democracia republicana, entre revolução e contra-revolução, entre fascismo e comunismo. Ambos os lados praticaram e se acusaram mutuamente de a comissão de graves crimes pela frente e nas retaguardias, como sacas de presos, passeios, desaparecimentos de pessoas ou tribunais extrajudiciais.

A ditadura de Franco pesquisou e condenou severamente os crimes cometidos pela zona republicana, chegando mesmo a instruir uma Causa Geral, tudo isto com escassas garantias processuais. Em janeiro de 1930, o general Miguel Primo de Rivera reconhece o fracasso da Ditadura que havia iniciado em setembro de 1923, com o apoio do rei e de demissão. Mas bem como existiu uma resistência ao reformismo republicano de sinal inverso: o do revolucionarismo guardião, que lideraram as instituições anarquistas (a CNT e a FAI).

Para eles, a República representava a “ordem burguesa” (sem várias diferenças com os regimes políticos anteriores, Ditadura e a Monarquia), que tinha de ser destruído para atingir o “comunismo libertário”. Assim se produziu uma série de revoltas anarquistas (em janeiro e em dezembro de 1933), reprimidos com crueldade. A Revolução de outubro de 1934 fez aumentar no governo radical-pra além de ter os temores de que a próxima tentativa de uma “revolução bolchevique” acabará triunfando. Isso acentuou a pressão sobre o Partido Radical para levar adiante uma política mais decididamente legisladora ou contra-revolucionária. Em última instância, os acontecimentos de outubro de 1934, convenceram a PROCLAMAÇÃO de que era fundamental comparecer a obter a presidência do governo para poder conceder o “giro autoritário” que o regime, de acordo com eles, precisava.

O líder da COLIGAÇÃO, José María Gil Robles, encontrou a sua oportunidade quando estourou o escândalo do mercado negro e o do foco Nombela que afundaram a Lerroux e ao Partido Republicano Radical, do que não se recuperaria. Quarta-feira, dezenove de fevereiro, Manuel Azaña, o líder da Frente Popular, fazia um governo que, conforme definido com os socialistas, só estava integrado por ministros republicanos de esquerda (9 Esquerda Republicana e 3 de União Republicana).

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Outra das medidas urgentes era repor em seus postos os prefeitos e vereadores eleitos em 1931 e substituídos ao longo do biênio conservador. Além do mais, foi restabelecido o governo da Generalitat de Catalunya, cujos participantes haviam saído da prisão beneficiados bem como na anistia. No entanto, continuou a alta conflitividade no campo, devido, especialmente, à atuação dos proprietários e à radicalização das organizações camponesas, saldándose tudo isso com incidentes violentos.

UGT nem ao menos CNT preparavam nenhum movimento insurrecional depois dos fracassos contínuos de 1932, 1933 e 1934, e a única perspectiva de que se produzisse algum seria como resposta a uma tentativa de golpe militar. Os incidentes mais interessantes ocorreram nos dias quatrorze e quinze de abril.

No dia 14, teve local um desfile militar no Paseo Castellana em Madrid, em comemoração do Quinto Aniversário da República. Ao lado da tribuna principal estourou um artefato e produziram-se logo após incontáveis disparos que provocaram a morte de Anastácio dos Reis, alferes da Guarda Civil que estava lá a paisana, e feriram e mataram inúmeros espectadores.

Direitistas e esquerdistas se acusaram mutuamente de um atentado. Também foi ferido um jovem tradicionalista (carlista), José Llaguno Acha, e uma multidão tentou pretenso linchar o tenente José do Castelo Sáenz de Tejada, que foi acusado de atirar em você. Entre abril e julho, os atentados e as reyertas protagonizadas por falangistas causaram mais de 50 vítimas entre as organizações de esquerda operária, a maioria delas em Madrid. Por volta de quarenta participantes da Falange faleceram nesses atos ou em ataques de retaliação das instituições de esquerda. Quartel de Pontejos, possivelmente por pistoleiros de extrema-direita pertencentes à Comunhão Tradicionalista (ou de Falange Espanhola).