
Não ficou nada. Depois da queima de conventos de maio de 1931, em Málaga, tudo desapareceu. “Perdeu-Se o Senhor dos Passos finais de 1.600 Miguel Alfaro”, relata João José Lupiáñez, irmão da Irmandade do Orvalho. Em redor daquela imagem nasceu a confraria em 1706. O fogo destruiu tudo. A primeira imagem da Virgem do Rocío de Pio Mollar, que saiu no mesmo ano, pela primeira vez, em procissão, também sucumbiu à chamas. Sob o comando de Sánchez Pérez, o irmão mais velho entre 1929 e 1947, reconstrói-se a Igreja e a confraria encarrega de novos titulares.
Pouco a insuficiente, os irmãos vão repondo tudo, no entanto em 1936, o fogo volta a São Lázaro e tudo volta a perder-se, menos a imagem da Virgem. Alguns devotos salvaram a Maria Santíssima e do Orvalho. A cortaram pela metade e a esconderam. “Há duas histórias. Uma diz que a levam a estrada do Porto e a tapian em um armário.
A outra que se enterra O Pau em jardins”, lembra Lupiáñez. Foi em 1940, no momento em que se introduzem as duas partes com o ferro, que não desapareceriam, até a restauração de 1993. Após a luta, continua a não existir nada. Sánchez Pérez reconstrói a confraria e a igreja pela segunda vez.
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Só restava a imagem da Senhora do Orvalho que Pio Mollar voltou a esculpir, em 1932, e que estava partida ao meio. Conta a lenda que, pra poder sair em procissão em 1940 uma namorada lhe fornece o teu vestido e com isso sai pela primeira vez.
O público proclama a “noiva de Málaga” ao vê-la na estrada. Trata-Se de uma Virgem que não é Doloroso nem de Glória, que não tem lágrimas e que tem as mãos abertas, como se estivesse orando. Uma imagem que abre os braços a todo o que se aproximar de você.
Primeiro saiu em um trono de madeira, até 1967, no momento em que João Casielles há o de ourivesaria. Pouco a pouco se tem ido repondo e imediatamente não há necessidade de sair com vestidos prestados, embora tenha conservado o branco imaculado como a lembrança daqueles tempos.
O apelido ficou marcado o devir da história desta imagem. A partir de 1940, diversos foram os vestidos de noiva, que, em honra da legenda, foram chegando para construir seu diferente enxoval. “Até o decênio de 1990 há muitos vestidos de noiva. Paco Ruiz, designer de málaga, o que mais lhe deixou. Mas também tem outros como Pronovias”, ressalta o irmão mais velho.
É a “namorada” de todos os malagueños e seus pés não costuma faltar um bouquet de noiva. A saída da Virgen do Rocío é um evento em Málaga, que se pôde constatar pela Coroação Canônica do verão passado. Milhares de malagueños saíram às ruas para olhar ir de branco radiante com a tua “namorada”. A explosão popular chegou a ter Tribuna dos pobres ocupada desde o meio da tarde, até a passagem da imagem pra duas da manhã.
